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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Dying Light

Dying Light

Fala Galeraaa!! blzera??? Então, eu ainda não comprei esse jogaço para PC ( é, sou pc player e pc é mil x melhor do que console..apensar de não ter The Last of Us =( kkkkk )
Vou comprar essa semana para poder deixar de lado a vida social kkkkk. Por isso, segue uma análise de um site que eu sempro acompanho!! Farouuuuu



Com "Dying Light" a produtora Techland oferece aos jogadores uma grande cidade devastada por hordas de mortos-vivos que pode ser explorada livremente. O cenário impressiona pelos detalhes, por um sistema de clima dinâmico e o ciclo de dia e noite, que força você a estar sempre alerta enquanto pula pelos telhados de Harran.

"Dying Light" perde um pouco do brilho quando tenta conduzir o jogador pela mão ou obrigá-lo a agir de alguma maneira específica, seja em momentos importantes da campanha ou em pausas burocráticas para conversas pelo rádio.

As mecânicas do game são boas o bastante para tornar essa condução desnecessária. Tanto que os melhores momentos de "Dying Light" são espontâneos e acontecem quando o jogo deixa você livre para explorar, correr e encontrar suas próprias soluções.


Dying Light" é o verdadeiro sucessor de "Dead Island". Se você não gostou do jogo lá em 2011, não vão ser o parkour ou os gráficos superiores que farão você gostar agora. O combate corpo a corpo e as constantes missões de "garoto de recados" seguem presentes e representam uma parcela grande do jogo.

Se isso não é problema para você, bem vindo ao melhor apocalipse zumbi dos últimos anos. Em "Dying Light" você controla Crane, um agente da organização GRE enviado para Harran, uma cidade tomada por uma doença que transforma seus habitantes em zumbis. Seu objetivo é recuperar uma fórmula de vacina defeituosa, antes que ela seja produzida e mate todos os sobreviventes.

Para isso, você se infiltra em um dos grupos de sobreviventes, ajudando em missões de coleta e outras tarefas. Crane é um atleta dos bons, capaz de correr, pular e se pendurar pela cidade enquanto luta contra hordas de mortos-vivos de vários tipos. "Dying Light" está todo em português e conta com uma ótima dublagem em nosso idioma.


A evolução do personagem em "Dying Light" segue a filosofia de liberdade que pontua os melhores momentos do game. Você tem três categorias de habilidades para evoluir: Força, Movimentação e Sobrevivência. Realizar determinadas ações rende pontos de experiência em cada uma dessas categorias e, ao subir de nível em uma delas, você vai selecionando habilidades novas para Crane.

A evolução não é linear e permite moldar o personagem ao estilo do jogador. Alguns podem optar por completar todas as habilidades de Força o quanto antes, liberando golpes especiais e arremesso de armas. Outros jogadores vão preferir abrir novos movimentos ou melhorar atributos básicos como estamina e pontos de vida. Talvez essa customização seja mais notável nas habilidades de Sobrevivência: eu, por exemplo, só fui investir pontos de habilidade no preparo de poções e energéticos muito tarde no jogo, priorizando as perícias para melhorar armas e conseguir mais itens e materiais.


O combate é simples, mas envolve um certo grau de gerenciamento: todas as armas se deterioram com o uso e só podem ser remendadas um certo número de vezes. Assim, você se questiona: uso essa arma que dá mais dano ou tem uma modificação mais eficiente agora... ou tento me virar com uma arma mais fraca para poupar a vida útil da arma melhor? Por sorte, a quantidade de equipamento que você encontra no jogo (seja explorando, abrindo caixas ou pegando com outros personagens) é grande e você nunca vai ficar totalmente indefeso.


Outras mecânicas surgem ao longo do jogo e permitem explorar o cenário durante o combate ou em perseguições. A melhor delas é o gancho, liberado ao evoluir a habilidade de Movimentação. Com ele você poderá subir aos telhados de prédios que antes eram inacessíveis, entre outras coisas. Também há mecânicas de armadilha, sejam as de luz ou elétricas, que são muito úteis para salvar a pele do jogador no meio da noite.
(fonte:
http://jogos.uol.com.br/pc/analises/dying-light.htm)

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Roller Coaster Tycoon

Roller Coaster Tycoon

Fala Galerinha, blz??? Seguinte, foi falar agora de uma coisa viciante (kkkk). Essa "coisa" se chama Roller Coaster Tycoon. Sabe daqueles jogos que vc realmente vicia e vai dormir pensando nele? Então, Roller Coaster atualmente possui vários jogos mas foram os primeiros que eu realmente vicie e me divertia por dia. O mais legal era fazar as montanha russas faltando alguns trilhos e ver os carrinhos voarem pelos ares kkkkkkk. Vou falar especificamente do 3 agora ok???



Chris Sawyer sempre se orgulhou de fazer seus jogos virtualmente sozinho. Mas seu último lançamento, "Locomotion", mostra como o público pode não estar preparado para um jogo sem um acabamento mais profissional. "Rollercoaster Tycoon 3" chega para reforçar essa noção, mostrando a diferença que uma boa camada de tinta pode fazer.




Chris Sawyer sempre se orgulhou de fazer seus jogos virtualmente sozinho. Mas seu último lançamento, "Locomotion", mostra como o público pode não estar preparado para um jogo sem um acabamento mais profissional. "Rollercoaster Tycoon 3" chega para reforçar essa noção, mostrando a diferença que uma boa camada de tinta pode fazer.



 


Cara nova, fórmula clássica

O mais novo episódio foi adaptado pela Frontier, que manteve o espírito básico que fez da série uma das mais vendidas para PC no mundo inteiro. Jogadores devem criar seus parques de diversão, podendo montar manualmente as montanhas-russas do título, assim como uma série de outras atrações. Além disso, é preciso colocar lojas para ganhar dinheiro com comida, mapas, balões e guarda-chuvas (entre outros), organizar finanças, promover desenvolvimento de novas tecnologias e encomendar campanhas publicitárias. Dificilmente o jogo poderia ser mais completo.



Mas mesmo o grau de simulação é apenas uma parte da experiência. Quem jogou os outros games da série sabe que parte do encanto é olhar para as criações e ver as reações desencadeadas por cada decisão. Crianças correm depois de sair da fila de um brinquedo que gostam muito, balões começam a enfeitar o parque se seu preço estiver bom, você ouve gritos de emoção se suas montanhas-russas são empolgantes - é como ter sua própria fazenda de formigas, mas com diversos brinquedos divertidos.


Fácil como andar de carrossel

Como se tudo isso não fosse suficiente, a Frontier pode adicionar algumas melhoras merecidas nesse retoque. A interface está bem agradável visualmente (apesar de um pouco descaradamente copiada dos jogos da Maxis) e tão fácil quanto no original. Um tutorial bem mais interativo e completo ajuda os não-iniciados a aprender como gerenciar um parque e usar as ferramentas do game. A tradução para português garante que o game é imediatamente acessível a todos.

Esse aspecto hipnotizante volta com toda a força do game original, mas os novos gráficos 3D permitem muitas novidades que valem o investimento. Além de poder passar pelo ambiente virtual, você pode até testar os brinquedos pessoalmente! Outros toques incluem a capacidade de programar músicas (inclusive seus MP3 pessoais) para tocar em cada brinquedo, e criar elaborados shows de fogos de artifício. 



A estética do game como um todo está bem mais agradável, e a estruturação dos menus mostra que a Frontier parece ter consoles em mente - não se assuste se versões para videogames forem anunciadas em breve. A inclusão de múltiplos objetivos com diferentes graus de dificuldade por cenário reforçam isso. Jogadores menos preocupados podem acessar uma opção que não tem limite de tempo ou dinheiro. A compatibilidade com montanhas-russas e mapas do original também é um excelente extra para quem já dedicou horas aos outros episódios.

Palavras não podem descrever a emoção de ver um grande campo vazio e seu potencial para criar um verdadeiro parque de diversões dos sonhos. E ver os resultados, não apenas nas ações, mas nos pensamentos dos visitantes, não tem preço.

"Rollercoaster Tycoon 3" é o melhor simulador de parque de diversões disponível no mercado, e um dos mais divertidos jogos de gerenciamento que já apareceram no PC. Esse é o tipo de game que pode ser usado como um instrumento educativo para crianças, mas diverte pessoas de todas as idades, sexos e gostos.
(http://jogos.uol.com.br/analises/pc/ult398u168.jhtm)c



terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Mega Drive - Moonwalker

Mega Drive - Moonwalker
Fala Galerinha, blz??? bora para O clássico de hoje?
Eu comecei a gostar de escutar Michael Jackson quando tinha apenas 06 anos de idade ( Obrigado Deus hahha) jogando esse jogaço que ficou marcado na minha infância. Obrigado mesmo!!!


Bom, antes de começar a falar sobre o game, uma rápida contextualização da época. O Mega Drive (ou Genesis, como preferirem) chegou aos EUA no final de 1989 e foi um grande sucesso no país, em parte pela campanha de marketing bastante agressiva da Sega, para promover o console em território norte-americano. EMoonwalker/Michael Jackson fazia parte dessas campanhas (além de outras celebridades da época), com vários comerciais na televisão e em revistas. Confiram abaixo um dos comercias de Moonwalker para Mega Drive, que fazia parte da série “Genesis Does What Nintendon’t”.


Com o próprio Michael ajudando no marketing, o game foi lançado e ficou bastante conhecido e cultuado, mesmo não sendo um dos melhores jogos já feito para o console. Seguindo o sistema de jogo de plataforma com visão lateral, ao estilo de clássicos como Shinobi e diferente da versão arcade (é quase um game totalmente novo), Michael deve salvar as pobres criancinhas raptadas pelo malvadão Mr Big. O jogo é baseado no filme musical Moonwalker, lançado pelo astro em 1988. Para saber mais sobre ofilme e da sua história, leia nossa análise do game para fliperamas.
A maior diferença em relação ao arcade é a sua visão lateral em estilo plataforma e o principal objetivo aqui é explorar os cenários e encontrar as crianças escondidas, atrás de portas, moitas, pedras, e outros objetos que aparecem pelos ambientes (alguns deles estão vazios ou podem conter inimigos escondidos ou bombas).



Os gráficos e visuais estão longe de usar todo o potencial do Mega Drive, mas se apresentam de forma razoável, com um bom nível de detalhamento e cores, mas claro, nada que chegue a impressionar, mesmo na época, o console tinha jogos com nível gráfico melhores. O que chama a atenção mesmo é a animação de Michael (inclusive os mais atentos poderão perceber as faixas nos dedos das mãos que o cantor usava na vida real), que anda dançando, possui ataques e movimentos que lembram muito os famosos passos do astro na vida real, como o passo do Moonwalk e a giradinha com o lançamento do chapéu ao ar. Quando Michael utiliza o seu golpe especial em que faz todos os personagens dançarem na tela, similar à versão arcade, os inimigos ficam enfileirados e começam a dançar junto com o dançarino (nem os cachorros conseguem resistir aos poderes da dança de Michael Jackson. Mas quem pode culpá-los?), como em seus vídeos e shows, derrotando os inimigos assim que termina a música especial.



Os inimigos se apresentam de forma bem variada, cada qual combinando com o cenário onde se encontram, indo de gangsters a bandidos de rua, soldados armados, zombies e até cachorrada tentando tirar um pedaço do rei do pop. São ao todo cinco estágios (com um sexto no espaço na batalha final), começando com a casa noturna Club 30’s, passando pelas ruas noturnas, florestas com cemitérios, cavernas e no final a base inimiga. Cada estágio possui três áreas, o que torna o jogo relativamente longo e com uma dificuldade crescente. Os cenários ficam maiores, há um maior número de crianças para serem encontradas e a quantidade de inimigos aumentam na tela. O jogo pode se tornar um pouco cansativo depois de um tempo, e como não há sistema de salvamento, esteja preparado para uma longa jornada.


Além dos ataques com os pés e as mãos com uma espécie de pó mágico (quanto mais energia Michael tiver, mais forte será esse pó), Michael pode utilizar um comando especial que gasta um pouco de sua energia, usando movimentos de dança especiais. Quando segurado por um longo tempo, todos os inimigos dançam com Michael e são aniquilados ao terminar.
Michael também se transforma em um robô aqui, mas somente quando pega uma estrela cadente. A transformação dura apenas alguns segundos, Michael fica mais forte e pode derrotar facilmente um grande número de inimigos e consegue ver onde as crianças estão escondidas, apesar de não poder salvá-las quando transformado. Seu macaco de estimação na vida real, Bubbles, também participa, aparecendo no final das fases pulando em cima do ombro de Michael e mostrando a ele a localização dos chefes de fase.
Um dos grandes destaques do game sem dúvida é a sua trilha sonora, contando com belas composições inspiradas nos sucessos Smooth CriminalBeat ItAnother Part of MeBad e Billie Jean. Além disso, em alguns cenários, a dança especial pode tocar um pequeno trecho do clássico “arrepiante” Thriller. Os efeitos especiais também se apresentam bem, com destaque para as vozes digitalizadas do cantor com os seus tradicionais gritos e até a famosa fala “Who’s Bad”.

(fonte: http://gamehall.uol.com.br/v10/michael-jacksons-moonwalker/)

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Feliz 2016!!!!

Counter Strike Global Offensive

Fala galera, blzera???? Feliz 2016 para todo mundo!! Eu sei que esse blog é dedicado para jogos antigos mas de acordo com minha jogatina, vou colocando os jogos que ando jogando tbm ok? Esse final do ano como eu não sai muito, até que enfim resolvi comprar o CS Global Offensive e já viciei nessa parada kkkk. Muito bom mesmo e recomendo para todos que jogavam CS antigamente.



Um dos jogos mais populares de todos os tempos finalmente está de volta. Neste review você verá que Counter Strike: Global Offensive (CS GO) ainda carrega os elementos que tornaram a série um fenômeno nas lan houses e que promete causar nostalgia na sua legião de fãs.Um dos jogos mais populares de todos os tempos finalmente está de volta. Neste review você verá que Counter Strike: Global Offensive (CS GO) ainda carrega os elementos que tornaram a série um fenômeno nas lan houses e que promete causar nostalgia na sua legião de fãs.


O visual de Counter Strike: Global Offensive mostra-se bem mais real que o da versão anterior. Como os cenários são os mesmos, a ideia da Valve de reconstruir o antigo clássico funcionou perfeitamente. Dessa forma, aquele fãs que poderiam se mostrar mais relutantes à mudança sentiram-se mais à vontade.
Os personagens também estão mais realistas. Tanto as roupas quanto o armamento – que agora fica evidentemente pendurado no personagem – dão um ar de jogo novo aos fãs da série. O sistema de sombra e luz também rende elogios. Um fato curioso é que a sua própria sombra pode entregar o local em que você está escondido. Até as poças de sangue – que eram um amontoado de pixels – deram lugar a um formato arredondado bem realista.
E em uma comparação entre as versões para PCs e consoles (Xbox 360 e PlayStation 3) é difícil notar uma grande diferença entre os gráficos. Entretanto, com uma análise mais a fundo, é possível notar que os PCs ainda levam uma pequena vantagem.


A jogabilidade que popularizou a franquia permanece intacta. O sistema de mira continua limitado a zooms apenas nos rifles, os saltos ainda são limitados e agachar-se é uma das melhores formas de enganar e surpreender seus inimigos. Já a movimentação ficou um pouco mais ágil do que o normal, dando a sensação de personagens mais leves.
O que também ficou ágil foi achar uma sala para suas partidas. Ao contrário do Counter Strike anterior, você não precisa procurar um servidor para iniciar o combate, basta acessar a opção Partida Rápida que automaticamente você é enviado para uma sala disponível.
O lado ruim disso é que você não pode escolher as partidas e os mapas desejados. Em outras palavras, você simplesmente cai em um jogo já rolando e com os cenários já determinados por outros jogadores. Nestes casos, o ideal é criar uma partida e convidar seus amigos.



Counter Strike sempre foi uma franquia popular nos PCs. E só não podemos dizer que foi exclusiva para os consoles, pois o Xbox recebeu uma versão do jogo em 2004 - que acabou não sendo um sucesso de vendas. Mas a Valve resolveu apostar suas fichas nos consoles da atual geração e lançou versões via DLC de Global Offensive para Xbox 360 e PS3.Counter Strike: Global Offensive é a volta do clássico com um visual renovado. Para os antigos fãs da franquia, não há o que reclamar, pois a Valve conseguiu colocar praticamente o mesmo jogo um pouco mais ágil e com menos bugs. Mas se você é adepto a jogos mais robustos, como CoD e Battlefield, CS GO pode causar uma certa frustração devido às limitações do jogo.
(fonte:
http://www.techtudo.com.br/review/counter-strike-global-offensive.html)

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Olympic Gold - Mega Drive

Olympic Gold 1992 - Mega Drive

Que jogo sensacional!! Diversão 100%!! Típico jogo onde vc acordava já pensando nele e ficava o diaaa todo jogando hahaha.



Há 20 anos atrás, para as Olimpíadas de Barcelona, a Tec Toy lançou por aqui Olympic Gold para Mega Drive, Master System e Game Gear.Quem teve computador na década de 80 talvez se lembre da série Hypersports da Konami, mas para quem só jogava em consoles, jogos olímpicos era sinônimo do Decatlo do Atari. Então, no início dos anos 90, o gamer da poltrona estava seco por um videogame olímpico.

Coube a U.S. Gold desenvolver o jogo, que contava com a licença oficial do COI (Comitê Olímpico Internacional). Foi o primeiro game olímpico licenciado pelo COI.



A Coca-Cola, que patrocinava os jogos, também fez seu merchandise no game. Entre uma modalidade e outra o dirigível da Coca-Cola sobrevoa o estádio e toca uma musiquinha característica.

Olympic Gold mistura o frenético apertar de botões, típico do Track & Field, com movimentos mais precisos do gamepad, dependendo da modalidade disputada.

Você pode disputar as Olimpíadas pela Grã-Bretanha, França, Alemanha, Itália, Espanha, Estados Unidos, Japão ou o time das ex-repúblicas soviéticas (as olimpíadas de Barcelona foram a primeira após o fim da União Soviética).



Olympic Gold pode ser jogado por até 4 pessoas alternadamente e o game traz a opção de textos em português. Pena que não podemos competir pelo Brasil, só há a opção de trocar o nome do seu atleta. Nada impede que você renomeie o J. Hancock para Joaquim Cruz, mas você não vai ouvir o hino brasileiro se ganhar a medalha de ouro.

Há 3 modos de jogo:

- Sessão de Treino
- Mini-Olimpíada
- Olimpíada Completaainda há a opção de ser ver os recordes olímpico e mundial de cada modalidade, que eram mesmo os recordes reais na época.

E 3 níveis de dificuldade:

- Clube
- Nacional
- Olímpico



Olympic Gold reproduz razoavelmente bem o clima das Olimpíadas. Tem cerimônia de abertura, encerramento e aparece a medalha que você ganhou, ao final de cada modalidade, com direito ao hino do país do seu atleta tocando ao fundo se for medalha de ouro. É uma pena que a medalha não seja entregue no pódio com direito a bandeira do país sendo hasteada. Vemos apenas a medalha numa caixinha aberta.Os gráficos são bons para a época. A única ressalva é que todos os atletas têm a mesma cara e vestem a mesma roupa. A única exceção é o seu atleta que participa das competições com uma roupa de cor diferente para que você possa identificá-lo com facilidade.



s efeitos sonoros são modestos. A U.S Gold poderia ter caprichado mais e incluído mais coisas. Em termos de música, cada modalidade tem uma musiquinha e ainda temos um tema na abertura e outro no final das Olimpíadas. Ainda tem trechos dos hinos dos países participantes. O hino do vencedor de cada prova é tocado na cena da medalha.Game Gear e o Master System também ganharam sua versão de Olympic Gold. A diferença mais notável é que o número de participantes controlados pelo console é menor nas provas de corrida e natação.


Até as Olimpíadas de 2016 no Rio de Janeiro com mais uma retroanálise olímpica
(fonte:
http://forum.outerspace.com.br/index.php?threads/retroan%C3%A1lise-ol%C3%ADmpica-olympic-gold-mega-drive.291489/)

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Tom Raider 2015

                           Tom Raider 2015

Vc é da minha época do primeiro Tomb Raider??? Eu jogava muuuito com meu amigo no Sega Saturn dele! A gente piraaava na Lara Croft ( olha só esses gráficos, olha essa Lara que beleza kkkk). Além disso, era PURA aventura e ação. E agora em 2015 ela voltou pra foder geral!!


17 anos depois de sua criação, a série Tomb Raider parecia fadada ao gradual esquecimento, com suas instâncias cada vez atraindo menos jogadores. Ícone das heroínas nos videogames, Lara Croft originalmente conquistou seu espaço como aventureira em território ocupado quase que exclusivamente por homens, ganhou filme e status de sex symbol, mas envelheceu mal na mesma proporção em que seu número de polígonos aumentou.
Visando reinventar a franquia, a Square-Enix e a Eidos tomaram a rota do "Begins", criando um prelúdio que funciona ao mesmo tempo como um reinício para a combalida série. A mulher durona e curvilínea foi reinventada no jogo, intitulado simplesmente Tomb Raider, como uma jovem frágil, recém-saída da adolescência, ainda longe de adquirir as habilidades pelas quais ficou conhecida.


A trama envolve uma expedição arqueológica em busca de ruínas de uma antiga civilização japonesa que, misteriosamente, naufraga depois de uma tempestade. Isolada de seus amigos, a jovem Lara vê-se lutando para sobreviver em minutos, fazendo valer cada lição que teve com seu mentor, Roth, também um integrante da expedição. Em um ambiente inóspito, lá vai a futura Tomb Raider aprender a caçar, enfrentar cultistas, escalar, melhorar nas armas e aperfeiçoar suas ferramentas.


A mecânica sem surpresas envolve elementos estabelecidos tanto da franquiaTomb Raider como de outras séries de aventura e exploração. Em especial, a inevitável influência de Uncharted é sentida todo o tempo - uma recíproca honesta, já que Lara veio antes de Nathan (e Indiana antes de ambos, mas esse é outro caso). A trama é bastante linear, resolvida através de grandes áreas no estilo "sandbox". Há o que buscar pelos cantos - os clássicos artefatos de Tomb Raider - e alguns templos opcionais a serem resolvidos, mas o foco é mesmo na narrativa, que introduz aos poucos novas habilidades e ferramentas necessárias para abrir a próxima área.


O visual é excelente, tanto no design como na execução técnica. Fora alguns problemas de colisão, o jogo flui perfeito - e impressiona pelos cenários, representação de elementos naturais e quantidade de detalhes apresentados. Espere só pela sequência da antena de rádio - é brilhante e vertiginosa. Com esse esmero, o mundo da ilha tropical parece vivo, habitado há séculos por culturas diversas, ajudando a contar a história desse lugar, que funciona como um imã para desastres (qualquer comparação com Lost não é mera coincidência). Como um ótimo toque final está o clima, que muda a cada capítulo e fica mais intenso e bonito até o clímax.


(fonte:http://omelete.uol.com.br/games/critica/tomb-raider-critica/)

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

BLACK - PS2

BLACK - PS2

Faaaala Galera!!!! Desculpem a ausência hehehe. Quem na época pode comprar o PS2 nos lançamentos, lembra desse fodástico jogo de tiro, ação, sangue nos zóio e mata todo mundo que era o BLACK!! Sensacional! Era muuuuito bom mesmo.


Os games para PC sempre contaram com excelentes shooters.  Desde a época de Doom, Quake e Duke Nunkem que os computadores estão muito bem servidos de games de ação em primeira pessoa. 

Com a chegada do PS2, as produtoras de games resolveram usar o poder gráfico do console para criar shooters ainda mais realistas e divertidos. 

Black figura facilmente como um dos melhores shooters para PS2 que já existiu!


A trama de Black se passa no Leste Europeu, durante as guerras que se sucederam nos anos 90, após o fim da União Soviética. Terroristas, paramilitares, hordas de civis armados até os dentes, todos brigando por um pedaço do antigo bloco soviético.

Você encarna um Black Ops, um operativo secreto da CIA, a mando dos EUA, para assegurar os interesses americanos na região, eliminar os terroristas e mandar tudo pelos ares. 

As cutscenes, com atores reais, vai desenvolvendo em flashback a história do jogo. Se você gosta de filmes de espionagem no estilo Identidade Bourne, 24 Horas e La Femme Nikita, vai se apaixonar por este game. 

Durante as missões, o realismo impressiona. Os cenários são extremamente elaborados, e são idênticos a certas localidades do Leste Europeu. A arquitetura, o clima, a iluminação, tudo trás uma excelência gráfica difícil de ignorar.


As armas, nas mãos do personagem principal, também são absurdamente detalhadas. Todas foram cuidadosamente reproduzidas para serem o mais reais possível. 

A mecânica do jogo também é surpreendente. Atire em portas com uma escopeta para arrombá-las, exploda prédios com lança-mísseis, esconda-se atrás de barricadas, derrube coisas na cabeça de seus inimigos... Praticamente qualquer ação que você poderia fazer em uma guerra real pode ser reproduzida em Black.

As fases são, muitas vezes, bastante lineares, bastando andar para frente e atirar em (quase) tudo o que se move. Mas elementos extras quebram esta linearidade. Ao longo de cada fase você pode encontrar computadores com planos de ataques terroristas, armas experimentais, armas únicas, mapas, documentos roubados e outros "acessórios" de seus inimigos. Recolher ou destruir todos eles lhe confere armamento extra e possibilita abrir novos modos de jogo com níveis de dificuldade mais avançados.


Campos minados, cercas eletrificadas e outros obstáculos também te forçam a ter cuidado onde pisa, e muitas vezes alguns caminhos secundários são a solução para diversificar suas estratégias. 

Contra Black pesa o fato do game ter poucos savepoints, e muito distantes uns dos outros. Se você tiver que desligar seu PS2 durante uma fase, vai ter que recomeçar ela desde o início da próxima vez que ligá-lo. Isso é um pouco chato, uma vez que as fases são enormes...


(fonte: http://blogdaresenha.blogspot.com.br/2008/11/black-ps2.html)