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quinta-feira, 12 de março de 2015

Resident Evil - HD Remaster

Devido ao sucesso do último post sobre o jogo The Evil Within, recebi algumas
mensagens para que o próximo post (esse) fosse sobre o Lançamento SENSACIONAL
RESIDENT EVIL (Biohazard) HD REMASTER!!
Eu lembro que quando era muleque (faz tempo hein rsrs) eu e meu primo jogávamos no Sega Saturn dele, para a época era O jogo de terror, cheio de sustos, enigmas, enfim...uma aventura fora de sério!!
Para a felicidade de todos, eu nem acreditei quando eles anunciaram que esse clássico seria relançado em HD!!! Sabe qual é o "problema" disso tudo??? Antes eu tinha todo o tempo do mundo para jogar, agora, eu já comprei mas não consegui ainda jogar hahahahaha!! 

Resident Evil - HD Remaster


Treze anos após sua estreia, o tal "REmake" ainda nos faz lembrar dos motivos pelos quais começamos a gostar de "Resident Evil".

Extremamente engenhoso até mesmo para os padrões atuais, o game diverte ao misturar uma atmosfera opressora com quebra-cabeças que obrigam os jogadores a ficarem sempre atentos aos detalhes dos cenários. A vontade é a de sair correndo para escapar dos horrores da mansão... Mas, para fazer isso, é preciso antes resolver uma série de mistérios.

Na conversão para a alta definição, a Capcom acabou deixando algumas das texturas do cenário um pouco embaçadas, e a qualidade das vozes dos personagens ficou bem ruim. São pequenos problemas técnicos que distraem, mas não chegam a ofuscar a qualidade do jogo original.




Considerado por muitos a melhor versão da série, o "Resident Evil" de 2002 era originalmente um exclusivo de GameCube que recriava o primeiro capítulo da série de horror.

No controle dos agentes da S.T.A.R.S. Jill Valentine e Chris Redfield, jogadores devem adentrar uma mansão nas redondezas de Raccoon City em busca de pistas sobre o desaparecimento de alguns de seus companheiros. Ao descobrirem que a propriedade está infestada por monstruosidades, porém, os dois rapidamente percebem que sua nova missão é sair de lá com vida.

O foco de "Resident Evil HD Remaster" está na exploração, e não na ação como em capítulos mais recentes da série. Com gráficos retrabalhados, o relançamento busca trazer a fórmula clássica da franquia para um novo público.



O principal trunfo do "REmake" é ser um jogo que é complexo apenas onde realmente importa. Ele não se perde ao tentar explicar tramas ou cenários desnecessariamente complicados, preferindo optar pela simplicidade para deixar a jogabilidade brilhar em destaque.

Jill e Chris são a cara da aventura, mas os reais protagonistas são os quebra-cabeças. Constantes ao longo de toda a campanha, eles obrigam os jogadores a pensarem a todo momento. É preciso ter nervos de aço para enfrentar os zumbis e não ficar se distrair do real objetivo, que normalmente envolve alguma gema e a abertura de uma nova porta.

Esse clima excessivamente opressor poderia ser um grande problema em um jogo que não conhecesse suas forças, mas não é o caso. O game toma muito cuidado para não alimentar informações supérfluas aos fãs, que estão sempre munidos de todo o conhecimento que eles precisam para prosseguir em suas jornadas.



Momentos icônicos do "Resident Evil" original como aquele em que o cachorro quebra a janela do corredor e avança contra o jogador podem parecer manjados duas décadas depois, mas representam as origens do horror nos games.

Os sustos do "REmake" podem já não assustar tanto quanto faziam anos atrás, mas ainda conseguem repassar aos fãs o sentimento de urgência que move Jill e Chris para frente.

Mais do que assustador, "Resident Evil HD Remaster" é um jogo tenso. Um sinal de que ele trabalha bem sua pesada atmosfera é o fato de que desligar o videogame após uma sessão de jogo cria um alívio enorme. Iniciantes sofrem por causa do desconhecido, e veteranos sofrem da mesma forma por saber os horrores que lhes esperam.




Por suas mecânicas 'old-school' de controle, "REmake" pode até ser chamado de arcaico - o que é irônico, já que em sua época ele serviu para modernizar a fórmula do "Resident Evil" de 1996.

Para um público que hoje está acostumado com jogos em terceira pessoa mais focados na ação, precisar parar de andar para atirar nos zumbis pode ser um martírio.

Felizmente, a Capcom conseguiu suavizar a barreira de idiomas entre o game original e o público mais novo criando um novo esquema opcional de controles. Através dele, é possível movimentar Jill ou Chris apenas com o direcional analógico. Enquanto isso, fãs mais experientes podem continuar utilizando os controles de 'tanque' clássicos.




(fonte: http://jogos.uol.com.br/playstation4/analises/resident-evil-hd-remaster.htm)



quinta-feira, 5 de março de 2015

The Evil Within

Você gosta de Resident Evil??? Gosta néééé?? então pega esse jogo aí rapaz!!!





Mesmo com alguns problemas técnicos, "The Evil Within" se consolida como um clássico moderno dos games de terror e legítimo herdeiro do legado de "Resident Evil 4".

Com surpresas e novidades a todo momento e monstros perturbadores e desafiantes, "Evil Within" mantém o clima de suspense e tensão a todo momento, sem cair na repetição. O alto nível de dificuldade empolga sem frustrar demais, já que o herói Sebastian Castellanos dispõe de habilidades e equipamentos bons o bastante para superar os desafios pelo caminho.

Os controles poderiam ser melhores? Sim, bastante, mas dominá-los acaba virando mais um desafio do que um empecilho.

Para alguns, a história pode ser um problema também por ser um tanto quanto desconexa e demorar a dar algumas explicações, mas isso também acaba sendo parte do carisma único de uma produção arrojada de Shinji Mikami.





Revelado em abril de 2013, "The Evil Within" já nasceu com a pesada responsabilidade de ser 'o novo jogo de terror do criador de Resident Evil'.

Para honrar essa alcunha, o game se apoia em gráficos arrojados dos videogames de nova geração e PCs turbinados e uma série de elementos consagrados dos games de terror, incluindo um estilo de jogo que lembra bastante "Resident Evil 4", com foco na ação e habilidades e equipamentos que podem ser melhorados ao longo da aventura.






O protagonista é Sebastian Castellanos, detetive da cidade de Krimson que investiga uma série de eventos sobrenaturais e acaba arrastado para uma jornada que promete desafiar a sua própria sanidade e a de seus colegas.





A proposta de "Evil Within" não tenta reinventar a roda: uma tragédia acontece em um hospital da cidade Krimson, levando o detetive Castellanos e outros dois policiais a investigar o caso e se envolver em uma estranha história. Aparentemente, um fantasma de um médico está ligado a experimentos bizarros com ondas cerebrais que transformam pessoas em zumbis e monstros.

A história sem muito nexo no começo leva os personagens a cenários e situações diversas, trazendo grande variedade ao game, mas demora a dar respostas.

Não que isso seja muito problema já que o clima de tensão torna muito importante se preocupar em sobreviver do que exatamente entender o que está acontecendo, mas quem dá muita importância à história do game pode demorar a receber as explicações que procura em "Evil Within".

Ao menos, como manda a tradição do gênero, documentos com textos espalhados pelos cenários ajudam a explicar um pouco mais sobre os personagens. Pena que "Evil Within" segue na contramão dos principais jogos do momento e não traz nem sequer legendas em português, dificultando bastante a compreensão da história para quem não domina outros idiomas, como inglês e francês.

(fonte: http://jogos.uol.com.br/playstation4/analises/the-evil-within.htm)



quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Mega Drive - Michael Jackson´s Moonwalker



Mega Drive, a máquina de fazer clássicos!! Moonwalker foi (e ainda é) um dos jogos do Mega mais considerado de todos os tempos.



Michael Jackson´s Moonwalker - Mega Drive


No ano de 1988 foi lançado o filme “Moonwalker” que é um musical onde Michael Jackson acaba descobrindo os planos de Mr. Big, um traficante de drogas e tem que salvar três crianças (Kate e seus amigos Zake e Sean) e até se transforma num robô no final (o que me lembrou muito Gundam para quem gosta de anime).




Falando da versão de Mega Drive lançada em 1990, os gráficos estão ótimos. É óbvio que o Mega Drive evoluiu muito até 1995, 1996 com jogos e gráficos melhorados, mas para este jogo estão ótimos os personagens estão bem customizados e os cenários reproduzem perfeitamente os cenários do filme principalmente onde o clipe de “Smooth Criminal” (o Club 30), lembrando que claro há limitação do hardware da época quando se jogava com 2 jogadores, o segundo player é um clone do Michael de vermelho e todas as crianças são a Kate do filme que até fala (Michael) com voz digitalizada. O jogo é dividido em 5 fases mais a fase final da nave em seu total que reproduzem de forma fiel os detalhes do filme exceto a terceira fase que é baseada no “Thriller”. Para mim a melhor fase é a primeira que começa com o Michael no Club 30 atirando a moeda no antigo toca discos como no clipe “Smooth Criminal” e frisando também que há umas imagens digitalizadas que poderiam facilmente serem dispensadas, pois não ficaram legal.




A jogabilidade está boa, os movimentos seguem fielmente os passos de dança mais famosos de MJ lembrando que como não havia captura de movimentos naquela época, todas as danças foram desenhadas a mão pela galera da Sega que fez um trabalho muito bom, porém alguns movimentos são meio presos e imperfeitos além do tempo de resposta não ser tão perfeito, porém adaptável com tempo de jogo. Michael possui seu famoso chute (aquele de “Billie Jean”), andar girando para evitar golpes e também atingir os inimigos (isto consome sua barra de energia) arremessar o chapéu e a mais famosa arma de Michael: sua dança. Esta varia de acordo com a fase e com a música que está tocando e os movimentos como informado acima seguem fielmente os movimentos mais famosos de MJ, ainda existe o cometa que faz Michael se transformar em um robô ele fica invulnerável cerca de 15 segundos e nisso pode atingir os inimigos com tiros. Na última fase tudo muda: a jogabilidade se transforma naqueles clássicos jogos de nave onde você tem sua mira e persegue a nave do vilão em uma batalha. A mira lembra um jogo em primeira pessoa.





Cinco ótimas curiosidades: Sempre que você resgata todas as crianças aparece o Bubbles (o macaco de estimação que o MJ tinha na época) indicando onde estava o chefe da fase, é possível utilizar o famoso passo “moonwalk” segurando o botão de chute e apertando para o lado muito útil em algumas partes do game como nas teias de aranha, e além da versão de Mega Drive, a Sega fez uma versão reduzida para Master System que seguia a mesma mecânica de jogo claro com as limitações deste console, Michael apareceu em outro 3 games nos dois primeiros games da série Space Channel (Space Channel 5 e Space Channel 5 – Parte 2) e por último Ready 2 Rumble Boxing: Round 2 onde Michael aparecia como um personagem secreto , e para finalizar para quem não conhece e como foi citado no VideoCast LevelGamer 32 – Michael Jackson que o link estará abaixo, MJ era um aficionado em games e pela Sega, ele possuía cerca de 80 arcades em casa para sua diversão.

(fonte:
http://reportgamer.com.br/2012/11/flashback-games-review-de-michael-jacksons-moonwalker-mega-drive/)



segunda-feira, 21 de julho de 2014

California Games - Mega Drive

Vocês já estão com a "musiquinha" de abertura do California Games do Mega Drive na cabeça?? Ou a música da fase do Surfing?? Pois bem meu amigo(a), relembrar é viver.



California Games - Mega Drive



California Games é um jogo que contem varios esportes praticados na California aqui foi traduzido como Jogos de Verão que até faz sentido.
O Jogo tem 6 esportes:
BMX: é um Bicicross que tem que desviar dos obstaculos
Foot Bag: Embaixadinhas
Flying Disk: é um jogo que um lança disco e o outro tem que pegar ele antes de cair no chão.
Skating: é uma garota de patins desviando de casca de bananas e outras coisinhas
Surf: Surf é Surf =P, a missão do jogo é basicamente não cair
Half-Pipe: O pai do Tony Hawk, se baseia em um garoto fazendo manobras com um Skate
Primeiro eu vo falar um pouco do Surf, era o esporte que eu mais jogava e tambem o mais dificil do california games e mesmo perdendo toda hora eu ficava muito feliz quando conseguia ficar mais de 5 segundos em pé!





No momento inicial do Surf é so você tentando sobreviver a uma onda grande depois que começa os obstaculos como as bolas de praia e o Tubarão!
Agora vamo para as embaixadinhas que o nome correto é Foot Bag(e eu so fui descobri isso quando pesquisei para fazer esses Mini Reviews! pra mim era embaixadinhas mesmo =D)
Na versão inicial a do Master  seu personagem é negro ate ai tudo bem mas ele sofre uma transforação no melhor estilo Michael Jackson ao passar de consoles confira!




Outra coisa que da para reparar é que o grafico do Mega Drive ficou MUITO superior ao do Snes, é so olhar a ponte e as montanhas!
O Foot Bag é excelente para quem gosta de futebol! e ainda da pra fazer um ”mini vandalismo” chutando as bolas nas aves você ganha mais pontos!
Skating: muitos confudem com o Half Pipe mas na verdade Skating é uma garota andando de patins desviando de lixo e rachaduras, não me impressiona não tem nada de legal =/ (embora como todos os outros é dificil.)




Half-Pipe esse é o Skate verdadeiro! um dos mais jogados entre os fans de California Games e com uma jogabilidade muito boa dando para fazer manobras muito maneiras!

BMX: O Segundo mais dificil e o mais divertido! nesse como o Skating a missão é desviar dos obstaculos masssss tambem fazendo manobras super iradas e super dificeis 





Conclusão: California Games é um jogo dificil! mas com esportes muito viciantes e bem variados para qualquer tipo de pessoa gostar!
Pros:Jogabilidade e a Novidade
Contras:Dificil mas isso não chega a ser um problema e sim um desafio!
Nota:5.0(embora eu não tenha gostado muito do patins não significa que não é diferente envolvendo esportes que não estão em olimpiadas, esportes que as pessoas fazem por Hobbie e essas coisas, Jogo muito interessante que fez parte da minha infancia.)
PS:Outra nota maxima \o/
(http://evolucaogamesbr.wordpress.com/2010/04/24/review-classico-california-games-parte-1/)




sexta-feira, 20 de junho de 2014

Half Life 2

Faaala pesoalll!!! Tudo certinho?

Antes de começar a falar sobre o clássico Half Life 2, estou começando um novo blog e o assunto principal desse novo blog é viagens. Vamos compartilhar informações sobre vários destinos sensacionais para viajar nesse nosso "mundão". O blog vai ter também informações sobre intercâmbio, em especial um intercâmbio que pretendo fazer pelo Canada.


Vou deixar o link logo abaixo e vocês fiquem a vontade de compartilhar as experiências de suas viagens ok?

http://travelforlife2013.blogspot.com.br/

Vamos ao Half Life 2:
Pensa num jogo de pura aventura e ação do começo ao fim? então aproveita aí.

Half Life 2



Half Life 2 chega ao mercado depois de longo atraso, inovando radicalmente e fazendo valer a pena quem se dispõe a enfrentar o complicado processo de compra online estipulado pela Valve.

Half Life 2 é a continuação da aventura do cientista Gordon Freeman, personagem que você controla durante o jogo. Muito pouco se sabe sobre o que aconteceu entre o período em que Freeman ficou ausente (final de Half Life 1 e o início de sua continuação). Para quem se lembra no final do Half Life 1 Gordon é capurado pelos agentes da Black Mesa e pelo G-man (que ninguém sabe ao certo quem é) . Você não consegue muitas respostas no decorrer de sua jornada aBlack Mesa, o destino final de Gordon. O jogo é dividido em 15 capítulos, e seus objetivos são explicados no decorrer desses por seus aliados de uma forma bem direta e rápida, muitas vezes mal dá tempo de entender o seu próximo desafio e você já está no meio de um tiroteio. Isso torna o jogo muito interessante e passa uma sensação de estar totalmente envolvido com a trama.



A interface do jogo é bem simples e fácil de se configurar. Logo que você começa a jogar percebe que os loadings são um pouco demorados, principal-mente se você tem menos de 512 mb de ram (não raro você tem aquelas travadas durante o jogo, o que irrita um pouco mas não chega a tirar a graça de jogar).

Quanto ao gráfico, prepare-se, é fantástico. As texturas de alta definição alinhadas aos modelos bem feitos e mapas detalhados impressionam qualquer um. A água é um show a parte. Consegue superar a qualidade da água


Logo nos minutos iniciais, o que chama mais atenção é o gráfico refinado do game. Os cenários são grandes e muito bem cuidados, os personagens tem texturas reais e trejeitos próprios. O cuidado foi tanto, que é possível notar a passagem do dia para a noite, ou o reflexo de casas e pontes refletida na água durante o jogo.

O som também não foi esquecido e atua como um dos responsáveis pela atenção fixa do jogador. Músicas só aparecem em certos momentos, dando um clima de tensão, e os sons de armas, veículos e até do Far Cry (que parece meio plástica as vezes). Reflexos, movimento, tudo colabora para a ilusão. Mesmo utilizando o Direct X 8.1 (placas geforce da serie Fx infelizmente se enquadram no dx 8.1 apesar de serem dx9) a qualidade é muito boa. mesmo a dublagem dos personagens são muito realistas.


Umas das maiores surpresas em relação ao Half Life 2, é que apesar de sua alta qualidade gráfica, ele não requer um PC tão potente para rodar satisfatoriamente. Um computador com configuração mediana e uma placa de vídeo com pelo menos 64MB de memória e suporte ao DirectX 8, já são suficientes para uma boa jogabilidade. Para desfrutar o máximo de efeitos que o jogo dispõe, uma VGA com 128MB e suporte total ao DirectX 9 são exigidos, bem com um processador mais potente e pelo menos 512MB de memória RAM
(fonte: http://bruno-hl.comunidades.net/index.php?pagina=1278801917)


quarta-feira, 11 de junho de 2014

Desculpas com Battlefield 4

Eiii turmaa!! Tudo ok?

Ao invés de receber emails sobre sugestões de jogos, eu recebi foi vários emails me avisando que a minha última postagem foi repetida. Peço mil desculpas mas nem lembrava hahaha pois quando estamos empolgados com um clássico desses (Top Gear SNES) já corremos para postar rsrs. foi mal pessoall!!!!   =)


Pega esse bixão aí agora então!! 

Battlefield 4


O melhor de todos os Battlefield reunidos em um jogo feito para bater de frente com Call of Duty – mas ao mesmo tempo ser único suficiente para não criar comparações. Battlefield 4 cumpre e ao mesmo tempo deixa um pouco a desejar em suas promessas. Enquanto as versões para PC e next-gen impressionam, as para Xbox 360 e PS3 deixam claro que, pelo menos para essa franquia, a atual geração já deu o que tinha que dar.
Battlefield 4 não conseguiu dar ritmo para sua campanha. A história é chata e os personagens pouco carismáticos. É difícil fugir dos clichês de guerra e até por conta dos excessivos jogos desse gênero nos últimos 7 anos, se surpreender é um desafio enorme. Por sorte, a campanha não dura muito tempo e nem é o foco de Battlefield 4.


Como todos esperam, a diversão está nas modalidades multijogador. E aqui, a EA sabe bem como agradar o público. Battlefield 4 tem um dos melhores designs de mapas de todos os jogos de guerra que já passaram por nossas mãos. São cenários com diversas opções estratégicas e que oferecem desafios tão grandes quanto a criatividade dos jogadores. Em combates maiores a destruição dos cenários, herança de Bad Company, impressiona e deixa de ser um enfeite para se tornar elemento essencial da guerra.
Mesmo em mapas menores, seguindo mais a linha Call of Duty, a personalidade de Battlefild 4 está sempre presente. É um jogo com diversas opções de evolução em um sistema que não impressiona por ser único, mas por ser consistente e funcional.


A qualidade técnica, que é uma assinatura da série, continua impecável. O motor gráfico Frostbite exige todo o poder da atual geração e dá uma ideia do que os novos videogames poderão fazer. Dos visuais até os sons, Battlefield 4 é o que mais se aproxima de um campo de batalha real. Uma pena que os efeitos de destruição e texturas na atual geração já mostram o cansaço dos consoles. Fica claro que para se obter a melhor experiência é preciso jogar no PC, Xbox One ou PS4.
Pela primeira vez na série, Battlefield recebeu dublagem em português. André Ramiro, o Mathias de Tropa de Elite, interpreta um dos protagonistas. O ator global Dan Stulbach também é um dos dubladores, só que com uma performance bem abaixo do seu companheiro. Nós jogamos boa parte da aventura com a dublagem em português e a avaliação é que o trabalho é razoável, tendo o mesmo problema dos demais jogos de guerra que, assim como filmes, sempre soarão caricatos em outro idioma senão o inglês. Termos e expressões que nós não estamos acostumados a usar em nosso idioma causam estranhamento, não tem solução. Na medida do possível, as atuações e adaptações de termos tentaram se aproximar ao máximo de nossa realidade.


Battlefield 4 nos agradou muito. Não se pode jogar esperando um Call of Duty e isso é muito bom. Os fãs não vão se decepcionar e quem procura algo diferente do blockbuster da Activision estará em boas mãos – principalmente com a nova geração.
(FONTE: http://info.abril.com.br/games/reviews/2013/11/battlefield-4-1.shtml)

terça-feira, 3 de junho de 2014

Top Gear SNES

Eiii turmaa!! Tudo ok?

Seguinte, estive analisando e vou postar muito mais com frequência ok? Estou empolgado com vários jogos clássicos e lançamentos. vou deixar meu email para receber mais sugestões tbm ok? lumiguel86@gmail.com

Aproveitando esse post, quem não se lembra da eterna música desse SENSACIONAL jogo do Super Nintendo??

TOPGear SNES



Pense em jogos de corrida para SNES... É bem provável que um dos jogos que vieram a sua cabeça foi Top Gear, já que este clássico foi um dos símbolos do SNES e uma das franquias mais populares dos anos 90 entre os amantes de jogos de carro.

Top Gear foi produzido pela Kemco em 1989 e foi inspirado no jogo Rad Racer para NES, que sinceramente desconheço. Por este motivo, foi comercializado na Europa com o nome Top Racer.




O jogo como já dito é do gênero corrida (dããã) e objetivo é tornar-se campeão mundial (jura?). O gameplay do jogo é simples e objetivo. O jogador após dar o seu nome deve escolher um dos carros disponíveis. Ao todo são 4 carros, cada um de uma cor, e que lembram os seguintes modelos: Ferrari Testarossa (carro vermelho), Ferrari 288 GTO (carro branco), Honda NSX (carro roxo) e o Porsche 959. O que diferencia os carros é o equilíbrio entre: aceleração, velocidade máxima e consumo de combustível.





Além disso, durante as corridas é possível utilizar nitros (turbos - máximo 3) que elevam a aceleração e a velocidade máxima por um curto período.O fator nitro é um ótimo adicional do jogo e dá muita emoção para as partidas. Saber quando e como utilizar os nitros é fundamental para se tornar o campeão. Outro ponto importante é saber quando parar nos boxes.

Ao todo são 32 circuitos espalhados pelo mundo! Esse número elevado evita que o jogo se torne repetitivo, sendo um de seus pontos positivos. Há dois circuitos no Brasil: um no Rio de Janeiro e outro na Floresta Amazônica. créditos (
http://www.joguinhosantigos.com/2008/03/anlise-top-gear.html)